E a paz? O que eu faço com ela? Ou melhor, por ela? Cresci acreditando em uma possível quebra desta, já que nunca antes eu houvera presenciado um movimento tão grande em busca dela.
Percebi que eu nunca soube o verdadeiro significado da paz, porque fui enganada por terceiros que tentam conquistá-la por meio da guerra! Onde fomos parar?
Mas, e eu? O que eu faço pela paz? Acredito que nenhum ato é grandioso ou louvável o suficiente para isso. Talvez falo mais do que existo. Falo além daquilo que muitos são capazes de compreender e até mesmo além da minha compreensão.
Então eu afirmo, eu EXISTO pela paz! E isso é uma coisa que deve ser sentida e não pressionada. É como um "vírus", silencioso. Você só se dá conta de que existe quando teu intelecto está dominado pelo mesmo.
Aline Tamasiro
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quinta-feira, 4 de julho de 2013
terça-feira, 30 de abril de 2013
Produção textual 3
Raiva era o que eu sentia. E a voz dentro de mim não se calava. Justiça era o que eu queria. A revolução borbulhava dentro de mim, corria como lava nas minhas veias, e era calado que eles pretendiam que eu acordasse?
Eu ergueria minha voz nem que fosse para a morte e no meio daqueles que me censuravam eu me sentia puro, por saber que, mesmo que ocultada, minha voz atingiria algum lugar.
Sentia-me deslocado, como uma aberração, ou então jorrando sintomas da ideologia comunista. Calaram minha boca naquele momento, mas não conseguiam me impedir de pensar e, de dentro do meu peito, gritar.
Mesmo que não transparecesse, a humilhação constate tinha o poder de fazer corar o mais valente dos homens e vulnerabilizar o mais duro coração.
Era ditadura, eles diziam, mas para mentes pensantes, um inferno literal. Dia após dia, uma chama de esperança insistia em renascer e a cada dia mais forte. Mas trazia consigo a pior dor, a dor de ficar calado.
Se respirasse fundo, podia sentir o cheiro da corrupção e de um sistema, aparentemente, inquebrável. Os dias aparentavam ser mais longos quando imaculados naquelas pequenas celas de tortura e humilhação, as vozes que clamavam por revolução eram obrigadas a se calarem.
Por: Aline Oliveira Tamasiro.
Eu ergueria minha voz nem que fosse para a morte e no meio daqueles que me censuravam eu me sentia puro, por saber que, mesmo que ocultada, minha voz atingiria algum lugar.
Sentia-me deslocado, como uma aberração, ou então jorrando sintomas da ideologia comunista. Calaram minha boca naquele momento, mas não conseguiam me impedir de pensar e, de dentro do meu peito, gritar.
Mesmo que não transparecesse, a humilhação constate tinha o poder de fazer corar o mais valente dos homens e vulnerabilizar o mais duro coração.
Era ditadura, eles diziam, mas para mentes pensantes, um inferno literal. Dia após dia, uma chama de esperança insistia em renascer e a cada dia mais forte. Mas trazia consigo a pior dor, a dor de ficar calado.
Se respirasse fundo, podia sentir o cheiro da corrupção e de um sistema, aparentemente, inquebrável. Os dias aparentavam ser mais longos quando imaculados naquelas pequenas celas de tortura e humilhação, as vozes que clamavam por revolução eram obrigadas a se calarem.
Por: Aline Oliveira Tamasiro.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Produção: Mandalas
Mandala (मण्डल) é a palavra sânscrita que significa círculo ou "aquilo que circunda um centro. É uma representação geométrica da dinâmica relação entre o homem e o cosmo. De fato, toda mandala é a exposição plástica e visual do retorno à unidade pela delimitação de um espaço sagrado e atualização de um tempo divino.
(Desenhos feitos pelos alunos: Pedro Henrique, Aline Tamasiro, Nicolas Souza, João Vitor Lima)
domingo, 24 de março de 2013
Produção: Expressionismo - loucura
Com a ideia de mostrar a loucura fazendo críticas ao mesmo tempo, foram feitas várias imagens pelos alunos. No caso, a loucura está relacionada ao livro Triste Fim de Policarpo Quaresma.
Desenhos feitos pelos alunos: Pedro Henrique, Jhenipher Cordeiro, Aline Tamasiro, João Vitor Rodriques e Carolina Frias
Produção: Orixás
Como falar de Jorge Amado e não falar de Bahia? E como falar de Bahia e não falar de religiões? Com o intuito de mostrar as religiões da Bahia, foram feitos desenhos sobre os Orixás.
Desenhos feitos pelos alunos: Aline Tamasiro, João Lima, Jhenipher Cordeiro e Débora Frias
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