sábado, 20 de julho de 2013

"O que você faz pela paz?" Produção Textual 3

O que eu faço ou poderia fazer pela minha,  nossa, sua, vossa voz? Como a própria música cita "você acredita ou não? O que nós fazemos pela qual? Será o meu, o seu máximo para a paz?"
Só a partir das revoltas que conseguiremos proceder com a paz, só depois de várias guerras conseguiremos a paz, depois da revolta de seus agressores.
Teremos que conquistar a paz, mas só a teremos se nos unirmos, sem totais divergências, nada de protestos entre nós e os outros.

Por: Nathan Alexande

quarta-feira, 17 de julho de 2013

"O que você faz pela paz?" Produção textual 2

Para mim, paz é união. Você só vai estar em paz se estiver unido, seja com amigos, família ou até desconhecidos. Você também já deve ter se perguntado pra que as guerras,  roubos, assassinatos e amor e de que adianta aquilo que foi feito para nos proteger, seja lutando pelo país ou não. Este ano, o Brasil acordou e milhões de pessoas estão indo às ruas para protestar e dizer aos políticos que isso NÃO ESTÁ CERTO. Não precisamos de estádios, precisamos de escolas, hospitais, melhoras no transporte público. Lutamos por nossas coisas. Eles gastam milhões para fazer estádios, então quando estiver doente, vá ao estádio... O Brasil acordou e vai mudar e para mim, essa é paz, lutar, unir-se para resgatar o que é nosso por direito.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

"O que você faz pela paz?" Produções textuais 1

E a paz? O que eu faço com ela? Ou melhor, por ela? Cresci acreditando em uma possível quebra desta, já que nunca antes eu houvera presenciado um movimento tão grande em busca dela.
Percebi que eu nunca soube o verdadeiro significado da paz, porque  fui enganada por terceiros que tentam conquistá-la por meio da  guerra! Onde fomos parar?
Mas, e eu? O que eu faço pela paz? Acredito que nenhum ato é grandioso ou louvável o suficiente para isso. Talvez falo mais do que existo. Falo além daquilo que muitos são capazes de compreender e até mesmo além da minha compreensão.
Então eu afirmo, eu EXISTO pela paz! E isso é uma coisa que deve ser sentida e não pressionada. É como  um "vírus", silencioso. Você só se dá conta de que existe quando teu intelecto está dominado pelo mesmo.

Aline Tamasiro

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Revolução.

Segundo dicionários, no contexto em que estamos trabalhando, essa palavra pode signficar:
1. Mudança brusca e violenta na estrutura económica, social ou política de um Estado (ex.: a Revolução Francesa).
2. Reforma, transformação, mudança completa.
3. Perturbação moral, indignação, agitação.
 Cada pessoa tem para si um significado de "revolução". Exitem várias e várias pessoas idealizando uma revolução, estudando as revoluções que já aconteceram no mundo e respirando revolução. O que revolução é para você?

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Rosa de Hiroshima

Nas aulas de agora, estamos aprendendo e debatendo sobre ditadura e guerras mundiais, dois tópicos que nos levam a um nome: Vinícius de Moraes.
Nascido no Rio de Janeiro em 19 de outubro de 1913, foi um dos poetas e compositores brasileiros que vivenciou a época ditatorial. Teve "duas caras" em seus poemas: a parte mais cotidiana (que o acompanhou desde o início da sua carreira) e a parte com mais críticas sociais (que surgiu na época da ditadura).
Quando a Segunda Guerra Mundial estava acabando, os Estados Unidos, para mostrar seu "poder radioativo", lançou sobre o Japão duas bombas atômicas que caíram nas cidades de Hiroshima e Nagasaki.
A letra da música está sendo analisada em sala, junto com a professora de Língua Portuguesa.
"Pensem nas crianças mudas, telepáticas
Pensem nas meninas cegas, inexatas
Pensem nas mulheres, rotas alteradas
Pensem nas feridas como rosas cálidas
Ma, oh! não se esqueçam da rosa, da rosa
Da rosa de Hiroshima, a rosa hereditária
A rosa radioativa, estúpida inválida
A rosa com cirrose a antirosa atômica
Sem cor, sem perfume, sem rosa
Sem nada."


Graças a um evento curricular do Colégio, a Gincana Cultural, ficamos um tempo sem postagem novas, mas agora, estaremos de volta.
                                                                   

sábado, 18 de maio de 2013

Produção textual 8

Estávamos todos lá. Era a chance de mudar a forma de governo do nosso pais. Éramos mais de 15 mil e meu companheiro de partido Douglas estava muito entusiasmado pela ideia de revolução. Mal sabia que, agindo daquela forma, ele poderia quebrar nosso sistema.
Tenho certeza de que se não fosse pelo companheiro Marcelo, ele não estaria aqui hoje. Nossa manifestação era pacífica, mas esses policiais repressores eram ignorantes e não conseguiriam aguentar nossos argumentos revolucionários.
Mais de 15 mil, homens e mulheres, mas todos ali tinham medo daquela prisão a qual não sabíamos direito o que era, mas sabíamos que lá estavam muitos companheiros. Nomes eram difíceis de saber já que muitos ali já haviam trocado os deles várias vezes.
Eu não entendia Douglas. Parecia que ele estava na manifestação para ser preso e realmente isso iria acontecer se não fosse por um ato rápido e ágil de Marcelo, para que nosso amigo não fosse preso. Marcelo foi um repreensor.